2008-06-26

Consumo de sal e seus riscos

O sal é e sempre foi uma das preocupações dos médicos em relação à saúde. Segundo a história, o sal começou a ser utilizado na culinária para aproveitar seu poder esterilizador, e conservar a comida, impedindo a reprodução de bactérias e conseqüentemente aumentando o tempo de duração dos alimentos.

Devido aos problemas que ele causa para a saúde, principalmente para a pressão arterial, recentemente autoridades americanas estão pedindo que seu uso seja diminuído.

Sua propriedade benéfica para o organismo é a regulação do volume de líquidos, mantendo a pressão osmótica entre os líquidos de dentro e de fora das células. Ele é importante também para a transmissão de impulsos nervosos.

No emagrecimento o problema é que o paladar das pessoas está acostumado com seu uso, aumentando seu consumo e promovendo retenção de líquidos no organismo. Como o líquido pesa bastante, a pessoa não percebe a perda de peso e se desmotiva a emagrecer.

O sal contém em cada grama 400 mg de sódio e a necessidade diária desse nutriente para um adulto é de 500 mg. Crianças e idosos devem utilizar menor quantidade.

Como sal não é sinônimo de sódio, a quantidade necessária de sódio está em 4 a 6 gramas de sal ou no máximo 2.300 mg de sódio que corresponde a 1 colher (chá).

Para o efeito nas crianças é que elas se acostumarão a se valer cada vez mais do sal e forma um padrão gustativo prejudicial pelo excesso. Quanto aos idosos, que tendem a reter mais sódio no organismo e suas artérias já estão menos elásticas, seu consumo em exagero provoca hipertensão arterial. Pesquisas realizadas no Brasil apontam que o brasileiro consome cerca de 12 gramas de sal por dia.

O grau de sensibilidade ao sal é diferente entre as pessoas. As mulheres, de modo geral são mais “protegidas” contra os efeitos do sal até a menopausa. Depois disso seu risco é até maior que aos homens.

Para quem está promovendo um processo de emagrecimento é aconselhável diminuir a quantidade de sal nos alimentos. A estratégia é salgar o alimento no seu cozimento e não colocar saleiro na mesa. Neste último caso há a tendência de acrescentar mais sal do que no cozimento. Outra dica é aumentar o consumo de ervas aromáticas para dar sabor aos alimentos diminuindo a quantidade de sal.

Por Dr. José Rui Bianchi
Médico psiquiatra e Autor do livro
"Emagrecer também é Marketing" - DVS Editora

2 comentários:

  1. Isso do sal é mesmo uma chatice pois só traz problemas. Apesar de gostar do sabor salgadinho, uso pouco, pra mais nem tempero as saladas, com sorte uso limão ou vinagre de maça!!!

    Beijos enormes e boas mudanças.

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  2. Olá Elisa! O sal é um produto que faz mesmo mal e as pessoas abusam mesmo muito! Há que ter muito cuidado. Eu por acaso gosto de comida com pouco sal! Beijos ;)

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Mulher gorda é que nem Ferrari… quando sobe na balança vai de zero a cem em um segundo.